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林允《斗破苍穹》剧组庆生 导演率众演员送惊喜

2019-02-18 06:39 来源:华股财经

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    南仁东是我国著名天文学家,生前是中科院国家天文台研究员,是“中国天眼”500米口径球面射电望远镜(FAST)工程的发起者和奠基人。着力抓好五个方面:一是把党的政治建设摆在首位,严明政治纪律政治规矩。

  为庆祝“三八”国际妇女节,丰富女职工生活,科技部中信所工会、妇委会组织全所近200名女职工赴大兴区瀛海镇的三元食品股份有限公司工业园区首都牛奶科普馆参观学习,让女职工进一步了解现代牛奶生产、物流全过程以及与牛奶有关的知识。其中,十八届中央委员、候补委员43人,中央纪委委员9人。

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  陈洪滨传达了国务院副总理刘延东考察国科大讲话精神,并向大家祝贺新年,希望大家对研究所的各项工作提出意见建议。

  通过系统学习马克思主义基本理论和马克思主义中国化最新成果,努力把握马克思主义的理论精髓和思想真谛,真切感受到了其磅礴伟力和真理光芒。

  巡察组将认真遵守各项工作纪律,严格落实中央八项规定和实施细则精神,认真履行职责,依纪依规开展巡察,圆满完成委党组交付的任务。要持续加强阵地建设,通过整合优化、统筹利用现有各类设施和党建工作阵地。

  2017年6月,张顺来受到党内警告处分。

  认真贯彻《关于加强和维护党中央集中统一领导的若干规定》精神,坚决维护习近平同志在党中央和全党的核心地位,坚决维护党中央权威和集中统一领导;严明政治纪律和政治规矩,牢记“五个必须”,严防“七个有之”,把违反政治纪律问题作为监督执纪问责的重点;严肃党内政治生活,加强对党内政治生活状况、民主集中制执行情况的监督检查,严格请示报告制度;要动态研判、整体把握本单位政治生态状况,加强党员干部日常监督,当好政治生态的“护林员”。例如,有的制度和规则设定的目标和标准过高,大大超出了实际所能达到的水平;有的制度和规则缺乏刚性指标,要么模糊不清、可以作出多种多样的解释,要么存有明显的漏洞和瑕疵,从而给投机者、“大忽悠”留下了可乘之机。

  更有甚者,自导自演“假班”闹剧,妻子儿女齐上阵,“苦肉计”、“无中生有”全用上,让人不胜唏嘘。

  社党委书记涂曙明作工作报告,社长营幼峰主持会议,副社长胡昌支,纪委书记王厚军,总会计师陈玉秋参加会议。

    罗芝斌同志讲到,中信银行重庆分行坚决落实集团扶贫任务,通过“融资+融智”的方式,抽调骨干驻村驻点落实具体工作,推进“精准扶贫”、“助学支教”等工作落地。  黄河水利委员会党组巡察工作领导小组办公室有关负责同志在动员会上强调,党的十九大对坚定不移推进全面从严治党作出了战略部署,对深化政治巡视提出明确要求。

  

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Portugal possui infraestrutura e tem interesse em participar da Iniciativa do Cintur?o e Rota, diz embaixador

2019-02-18 16:54:46丨portuguese.xinhuanet.com
  李茜同志在讲话中表示,黔江是中信定点扶贫地区,在此开展助力精准扶贫青年志愿服务活动,目的是希望中信青年牢记习近平总书记教导,学习雷锋精神,在扶贫攻坚中发扬“奉献、友爱、互助、进步”的志愿服务精神。

O embaixador de Portugal na China, Jorge Torres Pereira, concede uma entrevista exclusiva à Xinhuanet, em Beijing. (Foto: Xu Xin)

Beijing,?8 mar (Xinhuanet) -- A Iniciativa do Cintur?o e Rota impulsiona a conectividade entre a China e os países ao longo das rotas e Portugal tem muito interesse em estar associado a uma faixa no cintur?o, disse à Xinhuanet o embaixador português na China, Embaixador Jorge Torres Pereira, em uma entrevista exclusiva.

Xinhuanet: As "duas sess?es" anuais s?o oportunidades de importancia fundamental para conhecer as tendências de desenvolvimento da China. Quais temas chamam mais a aten??o do senhor? Por quê?

Embaixador Jorge Torres Pereira: O tema que mais concentra as aten??es de fora é realmente o processo de reformas na China, o impulso das reformas que foram delineadas na altura da decis?o do segundo plenário. Um aspecto que acompanhamos com também particular interesse é a quest?o das reformas no domínio do Rule of law, portanto do enquadramento legal das reformas nesse domínio. E outro tema que nós também acompanhamos é a quest?o do ambiente, a quest?o da prote??o ambiental, que, como digo, para quem está de fora é particularmente significativo.

Xinhuanet: A taxa de crescimento da economia chinesa em 2016 foi de 6,7% e a produ??o econ?mica total chegou a 70 trilh?es de yuans. Como o senhor vê a tendência do desenvolvimento econ?mico da China?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Penso que, no curto prazo, n?o devemos assistir a uma grande diferen?a no que diz respeito ao crescimento da China. Embora a maior parte dos analistas acreditem que as altera??es estruturais da economia para um novo paradigma possam, no médio prazo, significar um ligeiro abrandamento do crescimento anual da China. Em todo caso, n?o creio que possa ser posto em dúvida o papel fundamental das grandes locomotivas do crescimento econ?mico global, que s?o a China, os Estados Unidos, a Alemanha e o Jap?o. Todos esses países ter?o que ter um contributo síncrono para preservar o crescimento da economia global.

Xinhuanet: A crise financeira de 2008 afeta até os dias de hoje a recupera??o da economia mundial. Desde o ano passado, "acontecimentos cisnes negros" ao estilo da globaliza??o inversa apareceram um após o outro, intensificando o protecionismo comercial. Qual é a sua opini?o sobre a tendência da globaliza??o inversa? Como acredita que o futuro da globaliza??o se desenvolverá?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Acho que nós recentemente percebemos que talvez tivéssemos uma considera??o um pouco mais otimista sobre todos os problemas que surgiram ou que iriam surgir previsivelmente com a globaliza??o, que as próprias respostas do crescimento econ?mico, que derivam da globaliza??o, iriam dar respostas a esses problemas. Nós agora temos uma considera??o um pouco mais sóbria. Sabemos que há problemas, como desigualdade e distribui??o n?o equitativa dos benefícios da globaliza??o, que est?o a levantar problemas nas opini?es públicas. Penso que o que há, buscando um termo marxista, é uma espécie de “tens?o dialética” entre as for?as da globaliza??o e esses fatores de maior soberanismo econ?mico e de tenta??es protecionistas. Penso que essa “tens?o dialética” vá estar presente n?o apenas este ano como um trend recente, mas nos próximos anos, e é claro que nós defendemos uma globaliza??o fair, na qual todas as opini?es públicas possam sentir-se também gratificadas por esse processo. Penso que nesse processo, nós temos de diminuir os argumentos daqueles que querem refugiar-se no protecionismo, e o papel da China é evidentemente muito importante.

Xinhuanet: Atualmente, temas como a recupera??o econ?mica, mudan?a climática e prote??o ambiental têm sido os principais tópicos que impulsionam o desenvolvimento dos países, indo além das fronteiras nacionais e mostrando que precisam da aten??o e participa??o dos governos do mundo todo. Como o senhor avalia o papel da China na governan?a global?

Embaixador Jorge Torres Pereira: é evidente que nós estamos neste momento em um processo em que há uma maior aten??o à natureza multipolar do mundo em que vivemos, e os esfor?os de reforma da governan?a mundial, nomeadamente, desde o papel mais central atribuído ao G20, é uma manifesta??o dessa reforma da governan?a mundial. Recentemente, nós tivemos uma reuni?o dos ministros dos negócios estrangeiros do G20, em Bona. Foi apenas a segunda vez na história da organiza??o que se reuniram os ministros dos negócios estrangeiros, e, tal como em Hangzhou, na China, deu importantes pistas para o que se vai seguir nesse esfor?o de coordena??o mundial. Também se prevê a continua??o desse espírito nessa cimeira de Hamburgo, organizada pela presidência alem?. Há uma continuidade de temas: a China atribuiu muita importancia à agenda para o desenvolvimento sustentável e, por exemplo, a presidência alem? do G20 quer atribuir grande importancia à áfrica. Tudo isso s?o manifesta??es que nós consideramos muito positivas de uma governan?a mundial reformada.

Xinhuanet: Como o senhor vê as perspectivas sobre o desenvolvimento do comércio eletr?nico e das empresas de tecnologia? Na era da internet, como o comércio eletr?nico e o tradicional podem se desenvolver conjuntamente?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Isso é efetivamente um dos aspectos de vanguarda da evolu??o do comércio. Quase que se pode dizer que o computador, o laptop, tornou-se uma espécie do novo modelo de loja, e a grande revolu??o atual é que o ecr? do smartphone transformou-se no laptop e, portanto, cada vez mais as decis?es de compra têm que tomar aten??o dessa quase que revolucionária atualiza??o, e quais s?o os devices a que as pessoas recorrem para estar online. A China teve e tem um avan?o em rela??o a outros países que também agora acordaram para a importancia do comércio eletr?nico, e eu penso que isso tornar-se-á um fen?meno generalizado à medida que os consumidores também depositarem praticamente toda a sua aten??o no que veem no seu smartphone. é claro que a quest?o de como compatibilizar, apesar de tudo, o conforto que as pessoas sentem ao estar presentes com os objetos físicos que gostariam de comprar e para isso também já há conceitos de offline/online que ajudam a superar essa quest?o. Em todo caso, prevejo um futuro muito risonho para as plataformas do comércio eletr?nico e já agora acrescentaria que Portugal também está em negocia??es com o grupo Alibaba para que haja uma loja virtual de produtos portugueses nessa plataforma.

Xinhuanet: Como o senhor vê o desenvolvimento da indústria verde da China? Quais s?o os avan?os da tecnologia e os conceitos de desenvolvimento que Portugal pode compartilhar com a China?

Embaixador Jorge Torres Pereira: é evidente que as preocupa??es ambientais s?o, hoje em dia, talvez as prioridades principais quando se pergunta as opini?es públicas sobre o que as preocupa. Umas das coisas que vêm logo à cabe?a é a qualidade do ar, a qualidade dos produtos que consomem, a certeza de que a água tem as características que s?o necessárias e boas para a saúde pública. Portanto, eu penso que, juntam-se aqui, por um lado, um enorme potencial que as indústrias ditas da economia verde têm para também proporcionar o crescimento econ?mico com as preocupa??es da opini?o pública. Neste aspecto, Portugal tem, já há algum tempo, uma aten??o particular às energias renováveis, e eu gostaria de citar um exemplo que me parece significativo. No ver?o do ano passado, durante o mês de agosto, Portugal conseguiu, durante quatro dias seguidos, ter todo o seu consumo elétrico originado por vias renováveis. Foi de tal maneira marcante, que foi considerado por revistas científicas como um dos eventos científico-tecnológicos mais significativos do ano passado. O país lidar com as suas necessidades energéticas em eletricidade apenas com energias renováveis mostra como é efetivamente possível alterar completamente o paradigma que é necessário para gerir as necessidades energéticas com tudo que se tem de benéfico para tornar mais verde a nossa vida.

Xinhuanet: Em 2017 a China vai realizar o primeiro Fórum de Coopera??o Internacional da Iniciativa do "Cintur?o e Rota". Quais s?o os avan?os que essa iniciativa alcan?ou?Como o senhor vê o papel dessa iniciativa na revitaliza??o da economia mundial?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Já há alguns anos se tinha percebido que haveria um imenso progresso se conseguíssemos melhorar as conectividades entre os diferentes atores, por exemplo, em uma regi?o. Antes de Beijing, estive no Sudeste Asiático, e constatava-se que praticamente os países da regi?o tinham relativamente poucas rela??es entre si e mais comércio, exporta??es e atividade econ?mica com o exterior. A conectividade colocou-se como uma quest?o que permitia aumentar significamente o comércio inter-regional. Conectividades essas que, naturalmente, no Sudeste Asiático tinham também relac?o com a China como muito importante. Ou seja, daí nasceu a ideia de que pode se estruturar o desenvolvimento econ?mico melhorando as conectividades, que decorre da maior aten??o à infraestrutura, às liga??es ferroviárias, elétricas etc. Nós, em Portugal, desde que a iniciativa do “Cintur?o e Rota” foi lan?ada, temos manifestado o nosso interesse. Aliás, ironicamente, pode-se dizer que Portugal foi um dos pioneiros da rota marítima da seda. A conex?o entre a ásia e a Europa por via marítima no século XVI foi uma obra pioneira portuguesa, e nós gostaríamos de que essa nova rota marítima no século XXI também levasse em considera??o o que chamamos de “dimens?o atlantica”, sobretudo porque dispomos de uma infraestrutura portuária em Sines, um pouco ao Sul de Lisboa, que ligamos a um grande momento de chegada à fachada atlantica para o comércio por via marítima, nomeadamente o Canal do Panamá. Portanto, temos mostrado o nosso interesse em estar associados a uma faixa no Cintur?o. Contemplamos o fato de termos sido também convidados a estar presente no fórum do “Cintur?o e Rota” em maio próximo.

Xinhuanet: O senhor poderia apresentar a situa??o do intercambio de estudantes e do turismo entre Portugal e a China no ano passado?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Os números absolutos ainda s?o relativamente modestos, mas as indica??es do crescimento s?o muito animadoras. Um exemplo é o turismo entre 2012 e 2016, com o número de turistas chineses que foram para Portugal crescendo 35%. Nós estamos neste momento com cerca de 180.000 turistas anuais, mas já ultrapassamos as 300.000 dormidas. Estamos muito esperan?ados do efeito impulsionador do voo direto entre a China e Portugal, entre Hangzhou e Lisboa, da Beijing Capital Airlines, que provavelmente será inaugurado já em julho. Esperamos que o voo direto corresponda a um impulso adicional para que esses números que est?o em ascens?o continuem. Os números absolutos de estudantes ainda também s?o relativamente modestos. Nós tivemos cerca de 600 estudantes chineses bolseiros em Portugal, mas há dois anos eram apenas 370, ent?o estamos também em uma claríssima rota de ascens?o. Em rela??o ao número de estudantes portugueses na China, também estamos na ordem das poucas centenas, mas há um dado muito significativo, que é o número de institui??es chinesas onde se aprende português. Há poucos anos, eram menos de 10 e agora já ultrapassamos 30. Portanto, tudo isso significa que o intercambio entre turistas, estudantes e empresários, tem vindo a crescer significativamente. O intercambio entre as pessoas no fundo é uma espécie de base sólida do relacionamento bilateral.

Xinhuanet: Como o senhor avalia os avan?os nos intercambios bilaterais do ano passado entre Portugal e a China? Quais s?o as suas perspectivas de coopera??o bilateral para 2017?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Nós temos tido nestes últimos anos uma dinamica muito positiva no nosso relacionamento a todos os níveis, n?o só nos aspectos que acabei de descrever, do ponto de vista dos aspectos de cultura e people to people, como também no domínio econ?mico e empresarial, e é muito importante no relacionamento político. No ano passado, em outubro, nós tivemos a visita do Sr. primeiro-ministro português, Dr. António Costa, que traduziu no fundo o fato das nossas rela??es políticas terem um padr?o de visitas de alto nível que é indubtavelmente muito impressionante. Dois anos antes tínhamos tido a visita de Estado do presidente da República e este ano achamos que vamos continuar a ter esse padr?o de grande consensualiza??o entre os líderes dos dois países, das vias a seguir para o desenvolvimento econ?nico e a coopera??o entre os dois países. Penso que todas essas coisas de que nós temos falado, do fato de Portugal ser um membro fundador do Banco Asiático de Investimento e Infraestrutura, a importancia que nós atribuímos ao Fórum de Coopera??o entre Portugal e os países de Língua Portuguesa, o fato de nós continuarmos a ter um relacionamento com a China, tenham a ver com a nossa presen?a nas geografias lusófonas e com a nossa participa??o na Uni?o Europeia. Tudo isto mostra que, muitas das ideias da China sobre a importancia das coopera??es trilaterais, sobre a importancia da faixa do cintur?o, tudo isso s?o coisas que apontam para um claro desenvolvimento do nosso relacionamento bilateral.

Xinhuanet: A economia da China está passando por ajustes estruturais e a indústria manufatureira está em uma fase de transforma??o e moderniza??o, utilizando o espírito dos artes?os para criar a sua nova imagem. Na sua opini?o, quais s?o as melhores formas de transformar e atualizar a indústria manufatureira da China?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Eu penso que é implementar as próprias reformas que a própria lideran?a chinesa já identificou, mais mercado na loca??o de recursos, condi??es de igualdade entre empresas, indepentemente de serem estrangeiras ou chinesas do setor privado ou do setor público. Penso que essa é a possibilidade das empresas europeias poderem contruibuir com o seu conhecimento tecnológico para os novos setores de grande inova??o tecnológica que est?o a ser desenvolvidos na China. Tudo isso para mim seriam os aspectos cruciais para ajudar a indústria manufatureira chinesa a subir o valor da sua produ??o.

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